Tem dias que eu queria não sonhar
29 Junho, 2008
Ou talvez devo chamar meus sonhos de pesadelos? Porque reviver pessoas e palavras que eu não falei, sentir saudade, ver o que sempre poderia ser e nunca será só podem ser definidos como pesadelos. É como se, não feliz em ficar repassando os “e se…”s (como faz esse plural?) da minha vida enquanto eu estou acordada, meu cérebro achasse legal passá-los também nas únicas e preciosas horas que eu posso deixar tudo pra lá, fechar os olhos e não pensar.
Mas ter pesadelos ou sonhos agradáveis não diferenciam-se, porque se no sonho tenho sonhos, acordo pra um não-tão-pesadelo-mas-longe-de-ser-bom dia-a-dia.
Se “a esperança é a coisa com penas”*, a minha deve estar na muda.
* Poema 254, Emily Dickinson.
Tirando as palavras do meu pensamento
19 Junho, 2008
“É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.”
Theodore Roosevelt
Obsessão é…
14 Junho, 2008
… pensar em escrever “third”, mas acabar escrevendo “thrice”.