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What if you didn’t have to be dead?

They were together even if they were far apart.
For unfortunately, The Pie Maker could never, ever touch her.

Earthlings

Ah, Joaquin Phoenix. Só sendo vegan desde nascença pra não desistir dessa causa perdida…

Sem título.

Grafitti famoso da Mariano Torres.
Crédito da foto: Fabio Floriano no Flickr

Diálogos interessantes…

… em filmes não tão interessantes.

Hell, I’ve always been old Ben. Ya’ know what though, I don’t mind. I mean if my muscles ache, it’s because I’ve used ‘em. It’s hard for me to walk up them steps now, its ‘cuz I walked up ‘em every night to lay next to a man who loved me. I got a few wrinkles here and there, but I’ve layed under thousands of skies with sunny days. I look and feel this way, well cuz I drank and I smoked. I lived and I loved, danced, sang, sweat and screwed my way thorough a pretty damn good life if you ask me. Getting old ain’t bad Ben. Getting old, that’s earned.

Maggie McGlone, personagem do filme Mais bravos que o mar.

This is how it works:

“This is how it works
You’re young until you’re not
You love until you don’t
You try until you can’t
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath”
- On the radio, Regina Spektor

Incrível descobrir o caminho que você quer seguir na vida. Tenho alguns poucos sonhos que se tornarão realidade, e me sinto cada vez mais feliz em saber que eu sou capaz e que eu estou bem onde eu sempre quis estar.

Eu tenho muita sorte de ter descoberto a profissão da minha vida, posso dizer que sou uma das poucas pessoas que faz o que faz porque gosta.

O filho pródigo

O que te faz gostar de uma música, de uma banda? Pra mim, geralmente, o conteúdo lírico vem antes. Eu não sou muito fã de poemas, e a música é uma certa forma de me relacionar a eles.

O poeta/músico que eu mais admirei nos últimos três ou quatro anos, e ainda admiro, é Dustin Kensrue. É vocalista e letrista do Thrice, banda californiana formada em 1998 (quando ele tinha só 18 anos!) e que tem conteúdo desde sempre. Minha banda favorita, que, tamanha a minha admiração, vai ficar sem comentários por algum tempo… até eu ter um dia inteiro pra escrever sobre eles, senão mais.

Dustin Kensrue

Em 2007, Dustin lançou seu álbum solo chamado Please Come Home, cujos temas são em grande parte católicos. Aliás, mais católicos que seus temas no Thrice, onde ele escreve com mais sutilidade. Tudo bem, porque ele consegue fazer isso de forma esplêndida. Ao contrário de muita gente, ele não pretende impôr sua religião, mas somente passar uma mensagem positiva.

Armado somente com seu violão, sua gaita de boca e sua voz, Dustin vem fazendo shows acústicos há algum tempo. Nessa sessão acústica, feita em 2003, Dustin tocou várias músicas da banda, covers fantásticos e duas músicas que só seriam lançadas quatro anos depois no seu CD solo. O que significa que, cerca de um ano antes de eu ouvir falar de Thrice, ele já estava lá, tocando música boa e sendo bonito(eu tenho uma certa obsessão com ele).

Dustin Kensrue

Então, se você nunca ouviu falar de Dustin Kensrue mas gosta de música acústica, recomendo, e muito, o download da sessão acústica em 22/05/2003 e do CD Please Come Home.

Skins

Há quem compare Skins com The O.C. Essas pessoas tem, provavelmente, uma grande variedade de problemas e incapacidades mentais. Skins é possivelmente uma das melhores séries dramáticas de todos os tempos, só perde pra LOST.

Acho que o que me faz gostar tanto dessa série é que é muito fácil de se identificar com os personagens. Quem não tem amigos que usam drogas? Anoréxicos? Manipuladores? Rabugentos? Quem não vai a festas e se acaba? Quem não conhece riquinhos metidos? Skins tem tudo isso.

Enquanto o episódio do The O.C. em que o Seth fuma seu primeiro baseado rendeu muita polêmica, Sid, o nerd do grupo vai à casa de um traficante e compra 90 gramas de maconha pra revender logo no primeiro episódio de Skins.

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Skins é um festival de diferenças, mas não é muito diferente da realidade.

A série chocou muitos pais britânicos, e até deu prejuízo para a família de uma garota que deu uma festa a la Skins em sua casa, anunciada pelo MySpace dela. Isso porque o vídeo promocional da série mostra uma festa destruidora ao som de “Standing in the way of control“, do Gossip. Aliás, a trilha sonora da série é outra pérola.

Cada episódio se foca em um personagem - não muito diferente de LOST, nesse quesito - mas a série tem só 10 episódios, que são muito mais intensos, e os escritores não dão ponto sem nó: tudo tem algum motivo pra acontecer.

Os primeiros 5 minutos do primeiro basicamente nos dão as características diferenciais personagens principais (menos a Cassie): Tony, o líder confiante; Sid, o nerd (virgem) que só se fode; Michelle, a gostosona; Jal, a mal-humorada; Anwar, o muçulmano tarado; Chris, o porra-louca; Maxxie, o gay artista; Effy, a misteriosa irmã caçula de Tony. Depois nós descobrimos Abigail, a riquinha que se acha “super”; Kenneth, que não consegue decidir entre falar como mano ou como intelectual; e Cassie, a louca anoréxica. Mas eles não se definem só por isso, felizmente.

Skins é uma série sobre ser adolescente, porém isso não significa que os temas tratados sejam infantis, longe disso. Família, drogas, morte, vingança, preconceito… esses com certeza não são assuntos de criança.

Ah, o verão.

verão

Sabe, eu tenho sentimentos conflitantes em relação ao verão. Eu sou muito mais pipoca e um filme debaixo do cobertor do que tomar sol e sorvete na praia.

Mas é no verão que se faz muito mais merda, independente da temperatura. Voltar as 10:30 da manhã de um churras em Colombo? Atravessar o ferryboat à 1 da manhã só pra ver o movimento?

Essas coisas não se faz no inverno.

Eu gosto muito do frio, mas eu gosto bastante do verão.

Speak for yourself

“Imogen Heap” é o conjunto de palavras que eu mais digitei nos últimos dias. Encontrei ela por acaso primeiro no cover que Dustin Kensrue fez de “Hide and Seek”, e depois a mesma na trilha sonora do filme “Um beijo a mais”. Britânica, ela é mais conhecida pelo seu trabalho no Frou Frou. Aprendeu a tocar piano na escola, mas guitarra e bateria ela aprendeu sozinha.

Imogen Heap
Imogen Heap, com suas roupas e seu palco pouco convencionais.

Não tive ainda a oportunidade de conferir seu álbum de estréia, “i Megaphone”, mas “Speak for Yourself” é um dos melhores CDs que eu ouvi nos últimos tempos, uma mistura de eletronica, pop e rock. É diferente sem ser enjoativo: as músicas têm a mesma linha de sonoridade, mas são todas muito diferentes. “Headlock” e “Goodnight and Go”, as duas primeiras faixas do álbum, tratam daquele velho assunto do amor, mas as letras são inteligentes. Já “Hide and Seek” apareceu até na série The O.C. - o que pra uns pode ser uma coisa ruim, mas acreditem, não é.

Acho que só mesmo ouvindo para entender, então vão aí os clipes de “Hide and Seek” e de “Goodnight and Go”.

E o álbum pra download, “Speak For Yourself”.

Livros.

Os lidos em 2007, excetuando os Harry Potters antigos que eu reli. Bem longe da minha meta de ler uns 50, mas eu admito que é tudo culpa minha - no meio do ano eu fiquei um tempão sem pegar num livro…

Crônica de uma morte anunciada, Gabriel García Márquez
A sangue frio, Truman Capote
O caso dos dez negrinhos, Agatha Christie
Hora zero, Agatha Christie
O veneno da madrugada, Gabriel García Márquez
O caçador de pipas, Khaled Hosseini
The Picture of Dorian Gray, Oscar Wilde - não terminado
Artemis Fowl - A vingança de Opala, Eoin Colfer
Harry Potter and the Deathly Hallows, J.K. Rowling
O Segredo, Rhonda Byrne
O estranho caso do cachorro morto, Mark Haddon
O guia do mochileiro das galáxias, Douglas Adams
O restaurante no fim do universo, Douglas Adams
A vida, o universo e tudo o mais, Douglas Adams
A menina que roubava livros, Markus Zusak
A cidade do sol, Khaled Hosseini
A bússola de ouro, Phillip Pullman

E alguns que eu pretendo ler em 2008:

A faca sutil, Phillip Pullman
A luneta âmbar, Phillip Pullman
Até mais e obrigado pelos peixes, Douglas Adams
Praticamente inofensiva, Douglas Adams
Eu sou o mensageiro, Markus Zusak
A revolução dos bichos, George Orwell
Memórias de minhas putas tristes, Gabriel García Márquez
A mulher do viajante do tempo, Audrey Niffenegger
Crime e castigo, Fyodor Dostoevsky
O príncipe, Niccolò Machiaveli
O advogado, John Grisham

Sugestões serão sempre bem-vindas. :)