… que o ego machucado de certas pessoas. Me sinto como a Monica naquele episódio do Friends em que ela vai devolver a fita na locadora, e o atendente diz “são 20:02, você tem que pagar multa”. Ela retruca “de uma maneira estranha, você tem muito poder em suas mãos”.

E é assim mesmo. Muito poder nas mãos de quem não merece.

Mas existem coisas tão maiores, melhores e mais importantes do que isso. A cortina só tapa a visão de quem não consegue olhar em volta.

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mamãe! D:

PS: demorou 21 anos, mas foi.

Sorria*!

5 Maio, 2009

Ultimamente tenho evitado ler revistas, porque realmente acredito que elas tenham ficado pessimistas e/ou sem matérias interessantes. Até a SUPER, que eu gostava por causa das matérias sobre tecnologia, não me impressiona mais.

Mas semana passada, fui apresentada à Sorria*.  A Sorria* é uma revista editada de forma independente, ou seja, ninguém interfere na pauta, nem os patrocinadores. São produzidos 120 mil exemplares de cada edição bimensal, que só são vendidos na Droga Raia por R$2,50, preço irrisório se comparado a outras revistas por aí. E você não paga pra ler propaganda: a Sorria* é fininha, mas cheia de conteúdo, as únicas propagandas se encontram nas duas páginas iniciais e no fim da revista. De resto, é uma matéria atrás da outra.

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Além do conteúdo interessante, com matérias fora do comum e programação visual maravilhosa, a Sorria* é diferente porque todo o dinheiro arrecadado com suas vendas é destinado ao GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer). Então você consome cultura de verdade e ainda ajuda uma instituição.

Para saber mais: GRAACC, Editora MOL, Revista Sorria*

Feliz, ó!

8 Abril, 2009

Sou brega, mas sou feliz.

Com cantadas de pedreiro e tudo mais.

Começou assim…

26 Março, 2009

… com um comentário de fotolog. Melhor ainda, com um joguinho de computador. E hoje olha onde nós chegamos.

A vida tem dessas coisas estranhas. É tanta gente que por acaso entrou na minha vida; maneiras que não fazem nenhum sentido, que são complicadas demais pra explicar. Difícil responder pra outras pessoas novas aquela pergunta simples “E vocês se conhecem de onde?”

E essa pergunta realmente importa?

É…

8 Março, 2009

Up until this day:

  • Memórias de minhas putas tristes – Gabriel García Márquez
  • O analista – John Katzenbach
  • O pequeno príncipe – Antoine de Saint-Exupéry
  • A chave de Sarah – Tatiana de Rosnay
  • História de um louco – John Katzenbach*

*ainda lendo.

A TPM atrapalha…

25 Janeiro, 2009

Faz algum tempo, a Bayer tem feito uma campanha de publicitária divulgando o site www.atpmnaopodeatrapalhar.com.br . Bom, eu fiquei curiosa e entrei pra ver, achei essa crônica da escritora e redatora Tati Bernardes por lá…

Um dia antes

Eu não sei. Se roxo vai bem com preto. Se bolsa amarela tudo bem. Se sapato de boneca pode ser uma opção. Se saio com essa ou aquela amiga. Se fico em casa chorando pelos cantos ou fico chorando fora de casa pelos cantos. Se ele me ama ou odeia. Se tá cedo ou não. Eu só tenho certeza de uma coisa: eu vou morrer. Só pode ser a morte chegando. Essa pancinha inchada que forma no meu intestino. Essa enxaqueca. Os seios doem até quando é alguém menos afetado ou caloroso que me abraça. A nuca dói pesando os ombros. A lombar dói. Aquela veia perto do meu olho direito dói (e pula, fazendo meu olho esquerdo piscar involuntariamente). Meu rim esquerdo dói. E isso não é nada perto da dor na alma. A alma fica num chororô só, sussurrando na minha mente que sou um pouco feia, desajeitada, irresponsável e que essa bolsa amarela com o sapato de boneca foi o erro do ano. Tenho certeza que vou morrer. Se não dá loucura que se encontra a minha mente, certamente do resto todo do corpo que lateja. Pior: o resto todo da humanidade vai morrer. Todos nós vamos morrer! E quando vou ver, lá to eu abraçando algum amigo, parente, porteiro do prédio ou até mesmo minha cachorra, e chorando que nem boba. Mentindo que é rinite. Mas é uma despedida mesmo. Logo cedo tomo banho e acho minha vida completamente errada. Tá tudo errado! E choro. Me acabo. E o velhinho que vende cofrinho de sapo aqui na esquina de casa? Nossa. Isso acaba comigo. Não sei, mas os cofrinhos de sapo me dão uma tristeza! Ai que música bonita essa que está tocando no rádio. Putz. Como é difícil ser mulher. Você sabe que precisa chegar inteira pra reunião, mas aquela música acabou com você. Você chorou da Sumaré até a Berrini e nem sabe o motivo. Desidratou pelos olhos e não consegue levantar um único motivo real. Ao mesmo tempo, poderia fazer agora uma lista gigantesca de motivos sinceros. Mas que ficou fashion entrar no escritório de óculos escuros, ficou. Será que ficou? Mas esses óculos escuros combinam com a bolsa amarela e o sapato de boneca? Não sei, só sei que vou morrer. Eu e todo mundo da sala de reunião. Aí você sai pra almoçar e não consegue escolher entre o molho ao pesto e o com nozes. Escolher é algo quase impossível nesses dias em que você só tem certeza que vai morrer. Mas se existisse a opção “nutella” para molhos, tudo estaria resolvido. É amiga, por alguma razão tão misteriosa quanto a veia que pula fazendo seu olho esquerdo piscar, você adoraria, hoje, morrer comendo uma lasanha de chocolate com nutella. Prato que contribuiria substancialmente para a sua morte. Aí quando vai dando seis da tarde, os homens começam a ficar ansiosos porque o dia está terminando. E dá vontade de ir na mesa deles e falar “ah, você está ansioso porque são seis da tarde? E eu que to ansiosa vinte e quatro horas do meu dia porque todos os horários são seis da tarde? Quer trocar, seu idiota? Aliás, quer morrer no meu lugar, seu idiota?”. Mas cinco segundos depois desse rompante, eu só quero abraçar o cara e chorar. Ou perguntar se ele tem uma nutella na gaveta. Ou se ele acha que bolsa amarela e sapato de boneca combinam. Ou mesmo ganhar um daqueles abraços que machucam o seio. No dia seguinte, você morre. Finalmente. Ou melhor: a sua mulherzinha morre. Você toma um banho prático. Achando a vida prática. Você tá mais viva do que nunca e o resto do mundo idem. Coisa besta esses cofres de sapo. Você chega na reunião tão poderosa que a concorrência se sente esmagada pelo seu sapato de boneca ou fica com vontade de se esconder dentro da sua bolsa amarela. Você não tem problema nenhum. Aliás, tem sim. Um só: tá na hora de trocar o absorvente. Coisa que você faz sem nenhum drama.

Eu tinha certeza de que era alguma música do Explosions In The Sky no trailer quando eu vi no cinema! É difícil confundir o estilo do EITS (essa guitarrinha solo, hmm). O filme parece muito meio brega, mas colocar essa música no trailer (sei lá se está no filme também) já mereceu minha atenção.

Home economics fail

8 Dezembro, 2008

Eu definitivamente não tenho jeito pra fazer planejamento financeiro.

Sei planejar várias coisas, sim, e muito bem por sinal, mas definitivamente não a parte financeira.

Que livro, que nada!

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